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5 benefícios do jejum intermitente além de emagrecer

A maior parte das pessoas faz jejum com objetivo de emagrecer. Mas existem outros benefícios do jejum intermitente que a ciência está explorando, seja o jejum de dia inteiro, em dias alternados e com restrição de tempo.

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Os cientistas especulam que os benefícios dos jejuns de curto prazo podem vir da pausa para o organismo que eles proporcionam, já que comendo constantemente o sistema digestivo está continuamente ativo e trabalhando.

1 – O jejum intermitente pode reduzir gordura da barriga

Pessoas com sobrepeso que podiam escolher qualquer período de 10 horas para comer, desde que se abstivessem de comer nas outras 14 horas do dia, viram uma redução na circunferência da cintura e na gordura abdominal visceral após 12 semanas, de acordo com um relatório do Cell Metabolism.

2 – Pode reduzir o risco de diabetes

O mesmo estudo referenciado acima também demonstrou o potencial do jejum intermitente para reduzir o risco de doenças metabólicas, como diabetes tipo 2 e doenças cardíacas.

3 – Pode reduzir a pressão arterial elevada

Em outro estudo, os participantes que praticavam o jejum intermitente de 16:8 sem contagem de calorias reduziram significativamente sua pressão arterial sistólica em comparação com um grupo de controle após 12 semanas.

4 – O jejum intermitente pode combater a inflamação

A inflamação é a maneira natural do corpo de combater infecções, doenças e lesões. Mas há outro tipo de inflamação, uma inflamação crônica que pode desencadear silenciosamente doenças cardíacas e diabetes. Vários estudos têm demonstrado que o jejum intermitente pode induzir um efeito antiinflamatório que reduz o risco dessas doenças metabólicas.

5 – O jejum intermitente pode ajudá-lo a viver mais

Estudos sugerem que outro dos benefícios do jejum intermitente é aumentar a expectativa de vida (sem necessariamente fazer redução drástica de calorias ingeridas). Em um estudo que comparou ratos que receberam acesso irrestrito à comida com ratos que foram alimentados em dias alternados, os ratos que jejuaram viveram 83% mais do que aqueles que se fartaram.

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