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Proteína vegetal em vez de carne vermelha ajuda seu coração, diz estudo



Um novo estudo confirmou o que os cientistas já sabem há muito tempo: comer muita carne vermelha pode fazer mal ao coração. Por outro lado, optar por proteína vegetal pode melhorar sua saúde cardiovascular.

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Uma equipe de pesquisadores norte-americanos analisou a relação entre o consumo de carne vermelha – total, processada e não processada – com o risco de doenças cardíacas. Para o estudo, mais de 40.000 homens nos Estados Unidos foram acompanhados durante um período de 30 anos. Os pesquisadores analisaram como o consumo de carne vermelha influenciava o risco de doenças cardíacas, a principal causa de morte entre homens e mulheres americanos.

Os resultados mostraram que comer uma porção de carne vermelha não processada por dia estava associado a um risco 12% maior de doenças cardíacas. Enquanto uma porção diária de carne vermelha processada – como salsichas, cachorros-quentes ou bacon – levou a um risco 15% maior. Mas comer proteínas vegetais de alta qualidade como nozes, ervilhas, feijões, lentilhas ou soja em vez de carne vermelha reduziu o risco de coração doença em 14%.

Leia Mais: Afinal, carne vermelha faz bem ou mal para a saúde? 

Ao destacar o efeito protetor da proteína de origem vegetal, o estudo enfatiza que a chave para uma dieta saudável para o coração pode ser menos a eliminação de carne vermelha e mais a incorporação de alimentos vegetais, tanto quanto possível, de acordo com Connie Diekman, consultor de nutrição em St. Louis e ex-presidente da Academia de Nutrição e Dietética.

“Este estudo enfoca algo que acho que precisamos lembrar a todos”, disse Diekman ao US News. “Sim, precisamos limitar nossa ingestão de carne vermelha porque está ligada ao risco de doenças cardíacas. Mas o problema é apenas isso? Ou não é que quando você come muita carne vermelha, você não come os alimentos vegetais que sabemos que contêm compostos que ajudam a combater doenças?”

Os pesquisadores não podem descartar a possibilidade de que fatores não medidos influenciaram seus resultados. Ainda assim, eles foram responsáveis ​​por vários fatores pessoais e de estilo de vida importantes que podem aumentar ou diminuir o risco de doenças cardíacas, incluindo idade, uso de tabaco e álcool e atividade física.

De acordo com Diekman, este estudo aponta para uma ideia comum na maioria dos estudos nutricionais: o equilíbrio é fundamental. “Se você gosta de carne vermelha, identifique quais cortes, qual preparação você prefere e faça isso ocasionalmente e em quantidades menores”, disse Diekman. Para compensar o consumo de carne vermelha, tente incorporar outras proteínas em sua dieta, como feijão, quinoa ou tofu.

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