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Weslley Dantas estreia com vitória em Sunset



Weslley Dantas é o único brasileiro ainda na briga no Vans Pro, QS de 3 mil pontos que abre a temporada havaiana em Sunset, North Shore de Oahu

Por Fernando Guimarães

Vocês lembram da Vans World Cup no ano passado? Jessé Mendes chegou na final, Jadson André se garantiu no CT de novo ao chegar na semi, junto com mais um brasileiro que também foi até essa fase: Weslley Dantas.

Weslley vinha de uma corrida relativamente boa no QS — melhor que a deste ano — , com uma vitória em uma etapa 3 mil na Espanha, entre outras boas apresentações, mas não era um grande favorito a subir para a elite.

Até começar a vencer figurões num mar casca-grossa em Sunset, a última etapa de todas: Michel Bourez, Alejo Muniz, Connor O’Leary, Jordy Smith (duas vezes). De repente, desenhou-se um cenário em que o ubatubense poderia conquistar a vaga na elite se fizesse a final e terminasse na segunda posição.

Sunset durante o Vans Pro 2019
Quanto vale a chance de surfar um mar desses com apenas mais três caras na água? (Tony Heff/WSL)

Mais do que estar a apenas duas baterias de distância, o que dava a sensação de que isso era possível era o surf que Weslley exibia nas poderosas direitas: um ataque de backside sólido, corajoso e muito expressivo nas maiores sessões, com uma leitura muito boa de um pico que costuma embaralhar as ideias de qualquer veterano de circuito.

Nas quartas, entretanto, após vencer sua bateria, pela segunda vez à frente de Jordy Smith, Weslley machucou o tornozelo, e saiu da água sem mal conseguir andar. Ele ainda voltou para correr a bateria da semi, mas não teve jeito.

Isso tudo é pra dizer que Weslley está correndo o Vans Pro e já começou a fazer as suas. Venceu sua bateria de estreia, de novo em um mar de responsa, com séries passando os dez pés e momentos de tensão no line-up: ondas entrando no outside, varrendo todo mundo, chances de vitória para todo mundo.

Sunset é um dos lugares mais legais de campeonato quanto tem onda. E Weslley é um dos caras que dá gosto de ver atacando as montanhas azul-marinho do North Shore.

A simples participação de Weslley, na verdade, já seria um destaque, afinal apenas ele e mais três brasileiros se inscreveram na etapa: seu irmão Wiggolly, o jovem casca-grossa João Chumbinho e o brasileiro mais underground do QS, Philippe Chagas.

Só Weslley segue vivo na briga pelo título. Na próxima bateria enfrenta três havaianos, Keanu Asing, Tyler Newton e Finn McGill — um ex-top do CT, um campeão mundial Pro Junior e um vencedor do Backdoor Shootout e das triagens de Teahupoo.

Mas os quatro brasileiros aproveitaram a chance de alimentar sua relação com o lugar que eventualmente vai decidir sua vida como surfista profissional. Podia ter mais, né?

Próxima chamada às 15h no horário de Brasília. Confira os resultados detalhados e acompanhe ao vivo aqui.

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