Publicidade:

Surfista morre após ataque de tubarão-branco na Austrália

Um surfista morreu após ser atacado por um grande tubarão-branco de 4,5 m na praia de Tuncurry, na costa centro-norte de Nova Gales do Sul, Austrália.

É o primeiro ataque fatal de tubarão confirmado em águas australianas este ano, embora se acredite que outro homem tenha sido vítima de um ataque fatal de tubarão, no país, em janeiro.

Segundo o salva-vidas local, Brian Wilcox, este foi um ataque sem precedentes: “Não me lembro de ter tido um ataque de tubarão nesta área”, disse ele à ABC TV.

Paramédicos foram chamados à praia por volta das 11h20 desta terça-feira (18), para prestar socorro à vítima, que, no entanto, não resistiu aos ferimentos.

Leia também: 
+ Tubarões usam campo magnético da Terra como bússola
Possível ataque de tubarão em desaparecimento de bodyboarder na África do Sul
+ Relatório divulga mortes por tubarão no mundo em 2020

Ele foi retirado da água ainda com vida, porém apresentando ferimentos graves na parte superior da coxa, acabou não resistindo, apesar dos esforços da equipe de emergência.

Cientistas de tubarões do Departamento de Indústria Primária de NSW analisaram as fotos da mordida e determinaram que um tubarão branco com cerca de 4,5 metros de comprimento é provavelmente o responsável pelo ataque.

O Surf Lifesaving NSW fechou praias de Blackhead beach a One Mile beach por pelo menos 24 horas, e está implantando smart drumlines (sensores que detectam a presença de tubarões) na praia de Tuncurry.

Além disso, drones estão fazendo voos na área, enquanto autoridades procuram sinais do tubarão fazendo rondas na praia.

Oito pessoas morreram em ataques de tubarão em águas australianas no ano passado, de acordo com a Taronga Conservation Society, que registra mortes de tubarões.

Em janeiro, um homem desapareceu nas águas de Port MacDonnell, no sul da Austrália, e sua roupa de mergulho rasgada foi encontrada mais tarde, mas seu caso não foi registrado como uma fatalidade oficial de tubarão por falta de evidências mais concretas.

Fonte: The Guardian

Receba nossas Notícias no seu Email

+Notícias