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Silvana Lima e Claudinha Gonçalves analisam o legado olímpico para o surf feminino

Em um episódio especial para o podcast Jeep + Flamboiar, apresentado pela jornalista a Carolina Bridi, s surfistas Silvana Lima e Claudinha Gonçalves analisaram o legado que a estreia do surf nos Jogos Olímpicos poderá deixar para o surf feminino.

Silvana e Claudinha são da mesma geração do surf feminino, que ficou marcada pelo corte repentino de campeonatos nacionais, retirada de investimentos e foi fortemente estereotipada por uma visão machista do mercado da época, que buscava modelos, e não atletas.

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Vindo de contextos e regiões diferentes, Silvana e Claudinha quebraram barreiras, superaram dificuldades e conseguiram, cada uma na sua realidade, seguir na carreira no surf profissional, e agora, se encontraram novamente nesse momento histórico que foi ter o surf como modalidade Olímpica.

Partindo dos caminhos já percorridos pelo surf feminino e da consciência sobre as barreiras que vêm sendo quebradas, Silvana e Claudinha falam sobre os desafios enfrentados para que as novas gerações de meninas surfistas tenham a oportunidade de alcançar o mesmo reconhecimento já conquistado no masculino.

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