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Finalizado o Tahiti Pro, a lista completa de quem já está nas Olimpíadas

A emocionante conclusão do Tahiti Pro não apenas coroou o vencedor, Jack Robinson, mas também fechou a lista de atletas indicados pela World Surf League para as Olimpíadas de 2024. Vale ressaltar que as competições olímpicas de surfe acontecerão nos mesmos tubos de Teahupoo.

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No contexto da representação brasileira, os atletas garantidos para as Olimpíadas são Filipe Toledo, o ubatubense atual campeão do mundo, e o nativo de Saquarema, João Chianca. A dupla brasileira assegurou suas posições ao serem os únicos brasileiros a se classificarem para o Finals 5 da WSL.

No que diz respeito à categoria masculina das Olimpíadas de surfe, das 24 vagas disponíveis, 15 já foram preenchidas por nove países. Confira a seguir a lista de atletas classificados:

  • Brasil: Filipe Toledo e João Chianca
  • Austrália: Ethan Ewing e Jack Robinson
  • Estados Unidos: Griffin Colapinto e John John Florence
  • África do Sul: Jordy Smith e Matthew McGillivray
  • Japão: Kanoa Igarashi, Reo Inaba e um atleta a ser escolhido pela vaga adicional conquistada no ISA Games de 2022
  • Itália: Leo Fioravanti
  • França: Kauli Vaast
  • México: Alan Cleland
  • Nova Zelândia: Billy Stairmand

Como serão definidas as 9 vagas restantes do masculino?

As nove vagas restantes na categoria masculina para os Jogos Olímpicos de 2024 serão preenchidas de maneira diversificada. O atleta que vencer o Pan-Americano de 2023, que ocorrerá no Chile, garantirá uma vaga direta.

Adicionalmente, a equipe campeã no ranking masculino geral por equipes do ISA Games de 2024, em Porto Rico, também conquistará um lugar extra.

Seis vagas serão destinadas a atletas elegíveis que competirão no ISA Games em Porto Rico. Além disso, uma vaga estratégica será reservada para países em desenvolvimento, seguindo o princípio de universalidade, e neste contexto, Bryan Perez, de El Salvador, figura como um forte candidato a ocupar essa vaga.

As vagas femininas

No cenário feminino, o Brasil será representado por Tatiana Weston Webb, e a segunda vaga ainda está em aberto. A competição olímpica das mulheres já tem treze vagas preenchidas por nove países, conforme a seguir:

  • Brasil: Tatiana Weston-Webb
  • Austrália: Tyler Wright e Molly Picklum
  • Estados Unidos: Carissa Moore, Carol Marks / Caitlin Simmers (podendo ser as duas, devido à vaga adicional conquistada pelo ISA Games de 2022)
  • África do Sul: Sarah Baum
  • Japão: Shino Matsuda
  • França: Johanne Defay e Vahine Fierro
  • Nova Zelândia: Saffi Vette
  • Portugal: Teresa Bonvalot
  • Costa Rica: Brisa Hennessy

Como serão definidas as 11 vagas restantes do feminino?

Assim como no masculino, onde nove vagas ainda estão em aberto, o cenário se repete para as mulheres, com 11 posições restantes a serem preenchidas. Os critérios para completar as vagas são similares: a atleta campeã do Pan-Americano de 2023, a equipe que liderar o ranking feminino por equipes do ISA Games de 2024, bem como mais oito competidoras elegíveis no ISA Games em Porto Rico, além de uma vaga reservada para países em desenvolvimento, onde a competidora Candelaria Resano, da Nicarágua, surge como favorita para ocupá-la.

Com o panorama claro para ambas as categorias, as expectativas se voltam para a conclusão do processo seletivo que definirá os representantes do surfe nos Jogos Olímpicos de 2024.

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Mais uma vaga para o Brasil?

Para o Brasil, a oportunidade de incluir um atleta adicional nas Olimpíadas de 2024 está em jogo. Isso porque se a nação se posicionar como a mais bem classificada no ranking geral por equipes do ISA Games de 2024, a CBSurf terá o direito de escolher mais um competidor para Teahupoo. Nesse cenário, a esperança repousa na possibilidade de conquistar essa vaga.

Entre os nomes masculinos que surgem como fortes candidatos para esse papel está Gabriel Medina, cujo histórico impressionante no Taiti seria um diferencial. Com dois títulos em etapas taitianas da WSL e uma série de desempenhos notáveis nos tubos de Teahupoo, Medina poderia se destacar como uma adição valiosa ao Brasil, elevando as expectativas brasileiras para medalhas nos Jogos Olímpicos de 2024.

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