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Nathan Florence tem uma teoria sobre pranchas de Epoxi

A seguir temos uma amostra da experiência do havaiano Nathan Florence em Teahupo’o um dia antes do swell histórico da sexta-feira 13 desse agosto de 2021.

Uma 6’2 Pyzel em epóxi com 19′ de largura, “eu usava largura de 18′ mas troquei para 19′ por que sinto que tenho mais borda para virar a prancha,” conta Florence.

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Ele testou essa prancha em Backdoor e gostaria de testar em Teahupo’o, uma onda mais pesada que Pipe, segundo ele conta. Na sequência, Florence compartilha sua teoria a respeito das pranchas de Epoxi.

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“Uma prancha de Epoxi é tão leve que o reflexo natural do seu tornozelo é mover a prancha. Ao contrário disso, uma prancha mais pesada tem o seu próprio momentum e quanto mais momentum tem uma prancha, menos controle você tem sobre ela,” conta Florence, acrescentando que esse seria um breve resumo de sua teoria.

Depois ele conta um pouco sobre os tamanhos de quilha que utiliza: “Em pranchas maiores que 6’2″, nunca utilizo quilhas grandes. Apenas pequenas, ou, no máximo, médias. Colocar quilhas grandes nesse caso pode tornar um turn lento demais e isso não é bom para essas ondas de consequência,” conta Florence.

Florence fala também que usará um leash grosso no tamanho de 7 pés, segundo ele, nem tão pequeno a pouco de representar uma ameaça, mas nem tão grande a ponto de você demorar muito para resgatar a prancha.

A seguir você assiste a Nathan Florence em Teahupo’o um dia antes do swell histórico do dia 13 de agosto. Solta aí:

Clique aqui e confira o canal de Nathan Florence no YouTube.


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