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Na comemoração do título, Filipe Toledo recebe Medina em casa e diz que vai treinar em Teahupoo

Após a conclusão do Finals Five no último sábado (09), na Califórnia, a World Surf League realizou uma celebração para homenagear os novos campeões mundiais. Filipe Toledo fez uma breve aparição no evento, expressando sua gratidão aos fãs e cumprimentando amigos e colegas surfistas.

Logo em seguida, o novo bicampeão da WSL retornou à sua residência, onde recebeu alguns amigos e familiares para uma comemoração mais reservada. Entre os presentes estavam nomes como Gabriel Medina, o campeão mundial de jiu-jitsu Marcus Buchecha, o empresário Diogo Canto e o surfista influenciador Pedro Velasco.

Durante o encontro, ao receber Gabriel Medina com um abraço caloroso, Filipe brincou: “To chegando, ein!” – um momento descontraído entre os dois campeões que são amigos de infância.

Entretanto, no dia seguinte, durante uma coletiva de imprensa, Filipe Toledo afastou qualquer insinuação de rivalidade esclarecendo que não tem a intenção de igualar as conquistas de Gabriel Medina. Ele declarou: “Acho que essa coisa de igualar o Gabriel nunca foi algo que estava na minha mente, de falar que tenho que ganhar três vezes, que tenho que ter esse feito, então assim. O meu negócio é surfar e ser feliz, e o que vier é lucro.”

Na mesma coletiva, Filipe revelou que já está pensando na próxima temporada, na qual representará o Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Essa competição ocorrerá nas desafiadoras ondas de Teahupoo, no Taiti, um local que representa um desafio especial para o surfista.

A partir desta segunda a gente já começa a conversar sobre os planos, ver o que vamos fazer, conversar com a minha equipe, ver qual vai ser o melhor plano a ser seguido”, comentou Filipe Toledo.

Nos bastidores, há rumores de uma longa temporada de treinos na temida onda taitiana, com a orientação do surfista local Matahi Drollet, que já treinou Filipe por lá em outras ocasiões. Os dois títulos mundiais consolidaram o nome de Filipe Toledo como melhor surfista do mundo na atualidade em ondas com até seis pés. Porém, ele ainda precisa se provar nas chamadas “ondas de consequência”, onde o risco de lesão é alto devido a fatores como ‘power’ da onda e bancada de coral muito rasa, que é o caso de Teahupoo. Um bom resultado nas Olimpíadas, consagrado por uma medalha de ouro, é o que falta para o brasileiro silenciar todos os críticos.

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