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LayBack Pro Prainha abre a sua segunda edição nesta quarta-feira

O LayBack Pro Prainha apresentado por Corona vai abrir a sua segunda edição nesta quarta-feira no Rio de Janeiro. Este campeonato realizado pela Agência Esporte & Arte com várias atividades extras para o público, como clínicas de Jiu-Jitsu, Yoga e Skate, estreou em 2022 recolocando a capital carioca no calendário do World Surf League (WSL) Qualifying Series (QS) depois de 11 anos. Agora, vai promover a sexta etapa da temporada 2023/2024 da WSL South America, com igualdade na premiação para homens e mulheres.

No ano passado, além de resgatar a capital do Rio de Janeiro ao cenário internacional do surfe, o LayBack Pro foi o primeiro campeonato da World Surf League a ser realizado no santuário ecológico da Prainha, que já foi condecorada com a Bandeira Azul e fica em um Parque de Preservação Ambiental. Graças ao trabalho e forte atuação da Associação dos Surfistas e Amigos da Prainha (ASAP), que batalhou bastante para evitar a especulação imobiliária, o lugar continua preservado com sua Mata Atlântica intocada e é um dos melhores picos para surfar no Rio de Janeiro. A Prainha tem apenas 700 metros de extensão, fica localizada depois do Recreio dos Bandeirantes e não é acessível por transporte público.

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A organização do LayBack Pro Prainha vai promover várias ativações de educação e preservação ambiental, para que a praia e todo o seu entorno, fique até mais limpo do que antes do campeonato. Desde o primeiro dia, estarão sendo realizadas atividades extras para o público que for assistir o show garantido dos surfistas nas ondas da Prainha, como aulas de Yoga, clínicas de Jiu-Jitsu e de Skate na mini-ramp instalada no estacionamento, onde também será reeditado o “Local Market”, um verdadeiro boulevard com estandes montados para várias marcas apresentarem e comercializarem seus produtos.

LayBack Pro Prainha
Tainá Hinckel parou nas semifinais do LayBack Pro Prainha 2022. Foto: Luiz Blanco / LayBack Pro

O LayBack Pro Prainha estreou em 2022 com vitórias brasileiras do hoje número 2 do mundo no WSL Championship Tour, João Chianca, e de Summer Macedo. Ambos não estarão defendendo seus títulos, então novos campeões serão conhecidos no domingo. Uma das atrações é o carioca Anderson da Silva, o Pikachu, que se destacou no ano passado ganhando uma bateria do João Chianca com notas 9,50 e 7,43. Chumbinho se classificou em segundo lugar neste confronto vencido pelo surfista da comunidade do Cantagalo, revelado no projeto do Arpoador Surf Club e Favela Surf Club, que tira crianças da ociosidade para surfar.

LayBack Pro Prainha
Anderson da Silva ganhou uma bateria contra João Chianca no ano passado. Foto: Luiz Blanco / LayBack Pro

Além do Anderson da Silva Pikachu, outro carioca que também brilhou no ano passado e pode ser incluído entre os principais candidatos ao título do LayBack Pro Prainha, é o Vitor Ferreira, que sempre surfa e treina na Prainha. A lista de fortes concorrentes tem ainda o cabeça de chave número 1 do evento, o capixaba Krystian Kymerson, o argentino Nacho Gundesen e o catarinense Heitor Mueller, que já ganharam etapas esse ano na Argentina e no Peru, respectivamente, o paulista Weslley Dantas, o saquaremense Daniel Templar e surfistas de outros estados que moram no Recreio dos Bandeirantes, como o paraibano Samuel Igo e o cearense Cauã Costa, bicampeão sul-americano Pro Junior de 2021 e 2022.

Na categoria feminina, as finalistas do Saquarema Surf Festival podem ser apontadas como favoritas ao título do LayBack Pro Prainha, a campeã na Praia de Itaúna, Tainá Hinckel, e a vice-campeã, Sophia Medina. A catarinense lidera o ranking sul-americano de 2023/2024 da WSL South America, com a irmã do tricampeão mundial Gabriel Medina em segundo lugar. Tem ainda outras jovens surfistas, como Laura Raupp, que esse ano conquistou o bicampeonato no QS 1000 do Peru em Punta Rocas, a também catarinense Isabelle Nalu, a carioca Julia Duarte e duas cearenses campeãs brasileiras que moram no Recreio dos Bandeirantes, Yanca Costa e Larissa dos Santos.

GALERIA DOS CAMPEÕES DO LAYBACK PRO:

2021 em Florianópolis: Eduardo Motta (SP) e Laura Raupp (SC)
2022 em Florianópolis: Michael Rodrigues (CE) e Daniella Rosas (PER)
2022 no Rio de Janeiro: João Chianca (RJ) e Summer Macedo (RJ)
2023 em Florianópolis: Luan Wood (SC) e Silvana Lima (CE)

RANKINGS SUL-AMERICANOS DA WSL SOUTH AMERICA:

TOP-10 DA CATEGORIA MASCULINA – 5 etapas:
1.o: Ian Gouveia (BRA) – 5.000 pontos
2.o: Luel Felipe (BRA) – 3.900
3.o: Mateus Herdy (BRA) – 3.842
4.o: Lucas Vicente (BRA) – 3.108
5.o: Rodrigo Saldanha (BRA) – 2.940
6.o: Nacho Gundesen (ARG) – 2.775
7.o: Heitor Mueller (BRA) – 2.725
8.o: Cauã Costa (BRA) – 2.632
9.o: Valentin Neves (BRA) – 2.335
10.o: Rafael Teixeira (BRA) – 2.282
10.o: Mateus Sena (BRA) – 2.282

TOP-10 DA CATEGORIA FEMININA – 5 etapas:
1.a: Tainá Hinckel (BRA) – 5.500 pontos
2.a: Sophia Medina (BRA) – 5.050
3.a: Vera Jarisz (ARG) – 4.187
4.a: Laura Raupp (BRA) – 3.575
5.a: Isabelle Nalu (BRA) – 3.392
6.a: Kalea Gervasi (PER) – 3.075
7.a: Kayane Reis (BRA) – 2.632
8.a: Arena Rodriguez Vargas (PER) – 2.300
9.a: Naire Marquez (BRA) – 2.282
9.a: Kemily Sampaio (BRA) – 2.282
9.a: Taís Almeida (BRA) – 2.282

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