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Kelly Slater: as partes boas, ruins e feias do impulso competitivo do surfista

É fato: nenhum atleta do mundo do surf chega perto do histórico de conquistas de Kelly Slater. Aliás, talvez nem no universo de todos os esportes exista alguém que seja tanta referência em longevidade e sucesso na carreira.

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Ele está tão à frente de todos os outros surfistas que, muito provavelmente, seu recorde de 11 títulos mundiais nunca seja quebrado. Nesse exato momento, aos 50 anos de idade, Kelly Slater ocupa nada mais, nada menos que o segundo lugar do ranking dos melhores do mundo da WSL, empatado com o havaiano Barron Mamiya, de 22 anos. O líder Kanoa Igarashi está apenas 2.640 pontos à frente dele.

Embora seja cedo para dizer qualquer coisa, existe a chance do GOAT levar o seu 12º título mundial e só porque vale reforçar: ele tem cin-quen-ta anos.

“Acho que ainda estou fazendo isso porque sei que no meu dia posso vencer qualquer um, em qualquer lugar”, diz ele. “Você tem que sentir isso. E se você não sentir isso, simplesmente não deveria competir.”

O fogo competitivo de Kelly Slater

Sem dúvidas o fogo competitivo alimenta a alma de Kelly Slater. Se não, ele não teria se tornado campeão do mundo tantas vezes. No entanto, as vitórias também trazem algumas perdas, porque o tempo passa e, com ele, a idade vem.  Consequentemente, Kelly precisa se esforçar ainda mais para superar a geração mais nova.

Aparentemente, o GOAT ainda não decidiu quando vai se aposentar e talvez só Deus saiba. Após a sua vitória histórica na primeira etapa de 2022, em Pipeline, a WSL produziu um pequeno vídeo sobre o bom, o ruim e o feio do impulso competitivo que Kelly Slater tem.

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