Com uma relação tão próxima com Jaws, era de se esperar que o tubo da vida de Kai Lenny fosse nessa bancada.

“Meu relacionamento com Jaws, é muito pessoal”, diz Kai Lenny que, de fato, cresceu vendo essa onda de perto ao longo dos anos.

Dessa forma, ele enfatiza: “Algumas das minhas primeiras lembranças presenciando o surf em ondas grandes são lá. Sempre senti que tinha uma conexão especial”.

É provável que ninguém tenha experimentado Jaws de tantas formas diferentes como o havaiano.

Em síntese, Kai Lenny já surfou Peah’i, como também é conhecida Jaws, na remada, de tow-in, de SUP, windsurfe e hydrofoil.

Tamanha intimidade com a a onda já lhe rendeu diversas indicações para o prêmio Ride of the Year, da WSL.

Este ano, não foi diferente. Um tubo insano surfado por Kai Lenny redeu mais uma indicação ao prêmio.

E, ainda que o título da categoria tenha ficado com seu conterrâneo, Billy Kemper, a performance de Kai foi realmente fora do comum.

Para o havaiano, foi, até agora, o tubo da vida. E o melhor de tudo é que não havia nenhuma expectativa:

“Todo o foco estava nos dois dias anteriores, que estavam maiores e mais perfeitos. No dia desse tubo, nem pensava na premiação. As expectativas eram zero. Acho que foi isso que tornou essa onda ainda mais especial”, revelou no vídeo que você confere a seguir: