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“Descumprimento de contrato” teria sido a causa da saída de Italo da Billabong, aponta site

Segundo reportagem publicada no site australiano Stab.com na última sexta-feira (13), um suposto “descumprimento de contrato” teria o motivo por trás do encerramento da parceria entre Italo Ferreira e a Billabong.

Segundo a Stab, o acordo firmado entre Italo e a Decathlon, multinacional do varejo esportivo que se autodenomina “a maior loja de artigos esportivos do mundo” gerou descontentamento entre os proprietários da Billabong, a Authentic Brands Group (ABG).

O ponto central da discórdia seria o fato de que a Decathlon vende uma variedade de produtos esportivos concorrentes à marca Billabong, incluindo camisetas de proteção solar, bermudas, acessórios e pranchas de surfe. A ABG considerou esse acordo como um “descumprimento de contrato”, e utilizou a oportunidade para se desvincular da obrigação de pagar a Italo Ferreira o restante de seu contrato de três anos em um valor estimado em 1 milhão de dólares.

Após a aquisição da Boardriders, a ABG vendeu a licença da Billabong, entre outras marcas, para a Liberated Brands – a mesma empresa detentora da licença global master da Volcom. Embora os contratos de atletas assinados pela Billabong antes da venda permaneçam juridicamente vinculativos a ABG, a Liberated Brands tem feito grandes esforços para reduzir despesas.

Ao anunciar sua separação da Billabong, Italo adotou uma postura cordial e agradecida: “Fechando um capítulo da minha vida profissional”, escreveu ele. ” “Quero agradecer a Billabong por ter feito parte da minha história! Foram anos de uma parceria que começou em 2016 e que contribuiu com a minha carreira.
Mas como tudo na vida tem início, meio e fim… Este ciclo termina para outros começarem”.

Além do caso de Italo Ferreira, outros contratos de longo prazo foram assinados em 2022/23 por atletas da Billabong, como Seth Moniz e Ethan Ewing, como parte de um esforço conjunto dos executivos da Billabong antes da venda para manter a integridade da marca após a aquisição, mas a continuidade desses acordos permanece incerta.

A reportagem da Stab, contudo, especula que, dadas as circunstâncias, é provável que tenha havido um acordo entre Italo e a ABG, possivelmente uma “taxa de rescisão”, que satisfez ambas as partes e evitou uma batalha legal prolongada e dispendiosa. Esse acordo provavelmente também incluiu uma cláusula de sigilo, o que explicaria a resposta polida de Italo e sua equipe.

Para ler a reportagem da Stab clique AQUI.

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