Como funciona a escolha de alternates para o surf nos jogos olímpicos de Tóquio?

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Muita gente tem se questionado como funciona a seleção de alternates para o surf nos jogos olímpicos de Tóquio, principalmente após a notícia de que o italiano Leo Fioravanti foi anunciado como substituto de Jordy Smith, caso o sul-africano não se recupere de sua cirurgia no joelho a tempo de competir no Japão.

Porém, sendo o surfista italiano, como ele poderia substituir um surfista de outra nacionalidade?

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Isso se deve a um sistema de “controle de qualidade” estabelecido pela ISA para manter o surf olímpico no mais alto nível possível.

Dessa forma, dentro da hierarquia do sistema de classificação para os jogos, que engloba o ranking da WSL e o ISA World Surfing Games, além dos Jogos Pan-Americanos de Lima, em 2019, serão escolhidos os 30 surfistas melhor ranqueados, respeitando-se uma hierarquia onde o Championship Tour – CT da WSL, tem maior peso, seguido pelo Mundial da ISA e, por fim, o Pan-Americano de Lima.

Assim, em caso de desistência, a vaga vai para o próximo atleta da mesma nacionalidade com melhor classificação dentro desse complexo (talvez, seria melhor dizer, confuso?) ranking criado pela ISA.

Porém, não estando esse atleta classificado nesse ranking, a escolha se recai para o surfista melhor classificado no ranking, independentemente de sua nacionalidade, mas desde que seu país não tenha atingido o limite de vagas por nação (dois homens e duas mulheres).

O prazo final para as inscrições dos atletas participantes nos Jogos Olímpicos de Tóquio é 5 de julho de 2021 às 23h59, horário do Japão.

Veja abaixo a lista de surfistas classificados e seus alternates para os jogos olímpicos de Tóquio:

Para entender o sistema de classificação segundo a própria ISA clique aqui.


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