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Com técnica de torniquete, surfista é salva de acidente semelhante ao de Mikala Jones

Allie Brieghner, de 22 anos, sofreu um grave acidente com a quilha de sua prancha de surf há cerca de três semanas em Pacific Beach, na Califórnia. A jovem caiu da prancha e a quilha cortou sua coxa, atingindo sua artéria femoral. Ela perdeu muito sangue e desmaiou em poucos segundos.

O amigo de Brieghner, Alec Maddox, que foi fuzileiro naval, rapidamente a levou para a areia e aplicou um torniquete em sua perna para estancar o sangramento. Brieghner foi levada para o hospital, onde passou por uma cirurgia de emergência. Ela sobreviveu ao acidente, mas precisou de uma transfusão de sangue e tem uma cicatriz de 46 centímetros na perna.

O caso de Brieghner traz à mente o acidente semelhante que envolveu o havaiano Mikala Jones, que também sofreu um corte profundo na artéria femoral, após ser atingido pela quilha da prancha. Jones surfava em um pico próximo ao Awera Resort, nas Mentawai, e apesar dos esforços da equipe da hospedagem, ele acabou vindo a óbito.

+ Uma, duas, três, quatro quilhas? Que tal sem nenhuma?

Allie Brieghner teve a sorte de contar com a rápida ação de seu amigo que soube aplicar um torniquete de emergência para interromper a hemorragia. A habilidade de Alec destaca a necessidade de os surfistas estarem preparados para situações de emergência, especialmente em locais remotos onde a assistência médica imediata pode não estar disponível.

Além de estar ciente das técnicas de torniquete, é crucial que os surfistas verifiquem regularmente a afiação de suas quilhas. Se perceber que está realmente muito afiada, vale a pena dar uma pequena lixada – mas claro, sem prejudicar a eficiência do equipamento. No caso de iniciantes, a escolha de quilhas de plástico, flexíveis e não cortantes pode reduzir significativamente o risco de acidentes graves.

Após passar por uma cirurgia de emergência, Allie Breighner compartilhou sua experiência como um alerta para outros surfistas. “Se há algo que qualquer pessoa pode tirar disso, é estar mais ciente da prancha que você tem e das quilhas, porque foi um acidente inusitado. Se fossem mais parecidas com uma quilha de plástico, acredito que não teria cortado minha artéria femoral ou causado tantos danos,” afirmou ela.

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