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30% dos oceanos da Austrália salvos até 2030

Dave Rastovich já atua há muito tempo como defensor do meio ambiente. Passando muito tempo na natureza, ele está consciente dos danos que os humanos estão causando em nossa sanha por dinheiro e conforto

“Toda a vida – cada respiração, cada gole – é uma herança daqueles que vieram antes.” Como muitas famílias australianas, o oceano é onde a família de Lauren L. Hill e Dave Rastovich se conecta – através do surf e da diversão. “Há apenas algumas gerações, o oceano era considerado grande demais para falhar. Agora, com tantas ameaças, o oceano parece grande demais para ser consertado”. Em busca de soluções, Lauren e sua família viajam para o Lord Howe Island Marine Park, um dos santuários marinhos mais protegidos da Austrália. O vídeo gravado durante a viagem é um apelo para ter 30% dos oceanos da Austrália salvos até 2030.

Kin é uma história de oceano, amor e conexão. É sobre o mundo que herdamos, as escolhas que podemos fazer e como será quando acertamos as coisas. Dave Rastovich já atua há muito tempo como fervoroso defensor do meio ambiente. Passando muito tempo na natureza, ele está perfeitamente consciente dos danos que nós, humanos, estamos causando em nossa sanha fútil por dinheiro e conforto. Ele, junto com sua companheira Lauren Hill, aliados à competência do cineasta Andrew Buckley, se juntaram à marca Patagonia nesse apelo cinematográfico em prol dos oceanos da Austrália.

O filme fez parte de uma série de eventos apropriadamente batizado “Proteja Nossos Oceanos”. Vários outros filmes, shows de música ao vivo e palestras também fizeram parte dos esforços de conscientização. O objetivo da campanha “Protect Our Oceans” é apoiar a meta de proteger totalmente 30% dos oceanos da Austrália até 2030 e priorizar a que as áreas preservadas fiquem sobre a administração das Primeiras Nações do país, os povos originais.

“Em 2021, o governo australiano comprometeu-se a proteger 30 por cento do oceano até 2030 e, até momento, 20 por cento recebeu protecção a nível de santuário”, diz a petição. “Acreditamos que, ao criar uma rede totalmente protegida de santuários marinhos e ao incorporar o conhecimento e a gestão das Primeiras Nações, podemos salvaguardar ecossistemas vitais, reverter a perda de espécies e retardar o impacto das alterações climáticas.”

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“O foco da campanha recai sobre o Mar de Coral, que em 2013 viu o maior rebaixamento de uma área marinha protegida em qualquer lugar do mundo”, escreveu Sean Doherty para a Patagonia, “uma área três vezes o tamanho de Victoria sendo devolvida às indústrias de petróleo, gás e pesca.”

Ao acompanhar a família de Dave Rastovich para um santuário natural australiano, o filme celebra a interação com o oceano em sua forma mais pura. Num belíssimo texto narrado por Lauren Hill, são levantados pontos de reflexão sobre o papel da espécie humana no universo e a responsabilidade de preservar o que nos foi dado de presente e estamos jogando fora.

Se a Austrália parece tão distante para nos preocuparmos em salvar oceanos que nem frequentamos, tendo tantos problemas aparentemente insolúveis na porta de casa, Lauren acertadamente lembra que não existe essa distinção. Somos todos um coisa só, viemos d’água e ao destruir os oceanos, seja lá em qual parte do planeta, estamos destruindo a nós mesmos

Proteja os oceanos da Austrália para sempre. Assine a petição agora aqui.

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