Gabriel Medina, Marco Giorgi, Rafael Teixeira, Tomas Hermes e Lucas Silveira estreiam com sucesso no Krui Pro, QS 3 mil em Sumatra, Indonésia

Por Redação HC

Enquanto a maioria dos brasileiros que busca uma vaga na elite mundial em 2020 viajou na semana passada para o Japão, onde rola o Ichinomiya Open, etapa 6 mil do QS, um pequeno grupo optou por um campeonato com pontuação menor, mas condições infinitamente melhores.

O Krui Pro, disputado na esquerda homônima, na ilha da Sumatra, Indonésia, foi recentemente alçado de 1,5 para 3 mil pontos no ranking de qualificação, criando mais uma oportunidade de competir em ondas perfeitas para os grinders do circuito conhecido pelas condições predominantemente ruins.

Veja também: Surf Talks #2 – Onze homens e um caneco

Em Krui, o grupo brasileiro é mínimo: o capixaba Rafael Teixeira, o uruguaio-mas-eternamente-brasileiro Marco Giorgi, o carioca radicado e Floripa Lucas Silveira, o ex-top do CT catarinense Tomas Hermes e o atual Pipe Master e campeão mundial, Gabriel Medina.

Os cinco estrearam apenas no terceiro round, com os principais cabeças de chave, na madrugada desta quinta, e todos confirmaram as vagas na próxima rodada.

Medina, apesar do destaque por uma onda em que completou três aéreos seguidos, avaliada acima dos nove pontos pelos juízes, não foi o melhor surfista do dia — na verdade, o local de Maresias avançou em sua bateria na segunda posição, atrás de Jonathan Gonzalez, que representa as Ilhas Canárias.

O espanhol conseguiu a maior nota individual do dia (9,17, pouco mais de um décimo maior que a de Medina) com um backside afiadíssimo. Na mesma bateria, o atual campeão do Volcom Pipe Pro e favoritíssimo da mídia australiana Jack Robinson foi eliminado na última posição.

Rafael Teixeira tinha sido o primeiro a entrar na água, e passou por pouco, à frente do chileno Guillermo Satt.

Lucas Silveira, Tomas Hermes e Marco Giorgi, ao contrário de Medina e Teixeira, venceram suas baterias.

Lucas pegou mais ondas que a maioria dos surfistas e foi construindo um score sólido pouco a pouco.

Tomas arrancou oito pontos dos juízes logo em sua primeira tentativa e encaminhou a vaga com back-ups na casa dos seis pontos – roteiro parecido com o de Marco, que fez em sua primeira onda a melhor nota da bateria (7,50) e pode surfar com tranquilidade.

Para ver os resultados detalhados, entre aqui.