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Vídeo: Só o melhor de Nathan Florence

Se atirando em todo tipo de onda sinistra que possa ser imaginada, Nathan prova que o caminho alternativo escolhido por ele para viver do surf deu os resultados esperados

Quem acompanha o canal de Nathan Florence no YouTube sabe que o havaiano gosta de publicar sua aventuras mundo afora na íntegra, com o mínimo de edição possível, exibindo o contexto todo, com o que deu certo ao lado do que deu errado. Em busca dos tubos mais insanos que possam ser encontrados, ele sempre tem boas histórias para contar e a audiência do seu canal, que não para de crescer, tem demonstrado aprovação por sua concepção de publicar o pacote completo de cada destino. O que não quer dizer que uma exceção nessa prática não possa ser bem-vinda. Em seu último vídeo, os fãs podem conferir só o melhor de Nathan Florence em 2022/23.

+Nathan Florence surfou o tubo do ano na remada? 

Justamente por estar adotando um edição diferenciada, mesclado suas incursões a diferentes picos e selecionando os melhores momentos de cada um, é que Nathan faz questão de explicar a razão desse vídeo. Numa apreciação ao apoio dos fãs, ele diz que “achamos que seria legal, queríamos agradecer a vocês por assistirem e apoiarem”. Na sequência, Nathan explica que o vídeo poderia ter uma hora de duração, mas a idéia é que fosse curto mesmo, só com o melhor dos últimos dois anos na estrada com os espectadores grudados na tela em cada segundo dos quatro minutos de ação do vídeo.

 

Segundo Nathan, o vídeo é também uma celebração por todos os prêmios conquistados nesse período. Ele foi escolhido Surfista do Ano, pelo site Stab.com, Surfista do Ano e Onda do Ano, na premiação Big Wave Challenge, e YouTuber do ano. Ou seja, como ele mesmo ressalta no vídeo, “conquistas enormes, cumprindo objetivos de vida, que não poderiam ter me deixado mais feliz e eu gostaria de dividir com vocês, que fizeram parte disso comigo”.

Essa jornada de dois anos do “Slab Tour”, o levou aos quatro cantos do planeta. Tem ondas gigantes, drops no vazio sobre bancadas secas, vacas assustadoras e caldos violentos, e muitos tubos impossíveis sendo completados. De Mullaghmore, na Irlanda, onde sobreviveu a bola de espuma no tubo que lhe rendeu o prêmio “Onda do Ano”, a Lance’s Rights, nas Mentawai, onde surfou uma das maiores ondulações já registradas no pico, passando por Teahupoo, no Taiti, Shipstern’s Bluff, na Tasmânia, e todo tipo de onda maluca que possa ser imaginado, Nathan prova que o caminho alternativo escolhido por ele para viver do surf deu os resultados esperados: “Foi um ano louco, e estou muito animado para repetir tudo de novo”.

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