Durante uma travessia de foil no quintal de casa, um tubarão-martelo morde o foil de Michel Bourez.

Em um post em seu Instagram, Bourez relatou o episódio:

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What an incredible day !Different emotions in just a few minutes . I was doing a down wind from tahiti ( mahina ) to moorea(vaiare) when a hammer shark chased my foil and bite it. He broke the tail of my @signaturefoils so I could not keep going . Then I sat on my @firewiresurfboards and waved at my friends on the boat to come and pick me up.After 2-3 minutes by « myself » , I felt something was wrong so I looked around me and stayed in alert just in case the shark would come back again . I was right ! The 3-4 meters hammer shark came back again at me so I put my foil in between him and I to protect myself. He bite my foil for the second time realizing it was definitely not eatable and swam back away from me . The boat picked me up a few minutes after and I was safe . 15 minutes later I decided to go foil again and finished the race we had. I felt like surfing at teahupoo when it’s 10-12 foot ! We know the risk to get hurt or even dying but the love of our sport is too strong. EVERY TIME I go foiling in the deep blue , I’ve seen hammers sharks cruising around so I know the risk since the beginning.The ocean is their world and I respect that ! No bad feelings at all ! He just owe me a new foil 😜. #PlusDePeurQueDeMal #WrongPlaceWrongTime #ParataMode #Anaa

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“Que dia incrível! Emoções diferentes em apenas alguns minutos.

Eu estava fazendo foil do Tahiti para Moorea quando um tubarão-martelo perseguiu minha lâmina e a mordeu. Ele quebrou o rabo do meu foil para que eu não pudesse continuar. Depois sentei-me na minha prancha e acenei para os meus amigos no barco para me buscar. Depois de 2 a 3 minutos, senti que havia algo, então, olhei à minha volta e fiquei em alerta no caso de o tubarão voltar novamente. Eu tinha razão!

O tubarão-martelo voltou novamente para mim, então coloquei meu foil entre ele e eu para me proteger. Ele mordeu meu foil pela segunda vez, percebendo que definitivamente não era comestível e nadou para longe. O barco me pegou alguns minutos depois e eu estava em segurança.

Quinze minutos depois, decidi voltar ao foil e terminar a corrida.

A sensação foi a mesma que surfar Teahupoo com 10 a 12 pés! Sabemos o risco de nos machucar ou até morrer, mas o amor pelo esporte é muito forte. Nas travessias vejo direto tubarões-martelo cruzando, então sei do risco desde o início. O oceano é o mundo deles e eu respeito isso! Sem sentimentos ruins! Ele só me deve um novo foil,” brincou, no final, o taitiano.

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