Uma adolescente de 17 anos morreu na tarde da última segunda-feira após sofrer um ataque de tubarão enquanto surfava em Kelp Beds, pico de surf localizado no Oeste Australiano.
A menina, cuja identidade não foi revelada, estava na água com o seu pai. Sua mãe e suas duas irmãs estavam na praia e viram o ataque. O tubarão atacou sua perna esquerda várias vezes e a menina foi levada para a praia já inconsciente.
Antes de os paramédicos chegarem, alguns civis tentaram a respiração cardiopulmonar. A menina foi levada para o Hospital Esperance, onde morreu em decorrência dos ferimentos.
ATAQUES RECORRENTES
Em 2014, outro surfista foi atacado em Kelp Beds. Sean Pollard, 23 anos, perdeu um braço e uma parte do outro braço após o ataque. Mais a oeste, outro surfista, chamado Ben Gerring, morreu após sofrer um ataque ano passado, enquanto surfava em Falcon.
Desde o ataque na última segunda-feira, as praias na região foram fechadas para surfistas e nadadores por um período de 48 horas.
MATAR É A SOLUÇÃO?
O incidente faz a gente relembrar o texto do nosso colaborador James Brasil, publicado via #HCOLLAB. Na publicação – leia AQUI – James Brasil defende que “em casos específicos, tubarão bom é o tubarão morto. Diminui-se a população e se restaura o equilíbrio.”
Contrariando a opinião do nosso colunista, há um grupo de cientistas que defende que matar tubarões para controlar os ataques é um verdadeiro absurdo. Quer saber o que eles pensam? Leia o texto AQUI.