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Ex-surfista do CT da WSL revela passado com tráfico de drogas

Roy Powers foi um nome bem conhecido no mundo do surf no início dos anos 2000. O ex-surfista profissional havaiano concedeu uma entrevista franca e reveladora a Mike Steele do The QuiverCast. Aos 42 anos, Powers compartilhou detalhes chocantes de sua vida dupla como surfista profissional e traficante de drogas, revelando um mundo sombrio de criminosos, gangsters e crimes que parecem sair diretamente de um filme de suspense.

Powers tinha patrocínios que o pagavam bem, permitindo-lhe ganhar cifras consideráveis e viajar ao redor do mundo, competindo em lugares como Austrália, Taiti, França e América do Sul. Ele tinha duas casas no Havaí, um título de campeão competição Reef Hawaiian Pro, e realizou seu sonho de competir entre os melhores no World Championship Tour. Era uma vida invejável, repleta de esporte e diversão.

Mas a realidade que ocorria nos bastidores era tudo menos monótona. Powers era próximo de Andy Irons e, após a morte de seu amigo em 2010, ele se afastou do circuito profissional e mergulhou de cabeça um mundo obscuro de drogas e criminalidade.

Em sua entrevista Powers descreveu uma vida paralela como traficante de drogas. Ele detalhou o submundo do tráfico, onde traficantes constantemente ameaçavam surfistas profissionais que eram seus “clientes” e não hesitavam em usar violência extrema. O havaiano destacou que, onde há emoção, como em competições de surfe, as drogas frequentemente têm um lugar de destaque.

Powers não revelou nomes, mas sua franqueza sobre o assunto é impressionante. Ele explicou que os verdadeiros responsáveis pelo tráfico são pessoas aparentemente normais, sorridentes e cordiais, mas que não hesitariam em usar violência extrema quando necessário. Ele também admitiu seu envolvimento direto na distribuição de drogas e os efeitos devastadores que isso teve sobre sua mente.

Como era de se esperar, sua vida criminosa eventualmente o levou à prisão, onde ele enfrentou uma realidade brutal e implacável. Powres descreveu a prisão como um ambiente caótico e violento, mas também como um momento de reinvenção. Ele se afastou daquele mundo sombrio, mas não antes de fazer “negócios” perigosos os quais ele não entra em detalhes, mas diz que foi necessário “espalhar sangue” por seus comparsas.

Powers conta que após ser preso, recebeu uma carta de um velho amigo, Fred Pattachia, que o impactou profundamente. Ele destacou a importância do apoio e das palavras apaixonadas de amigos durante esses momentos difíceis.

A entrevista de Roy Powers revela uma vida cheia de reviravoltas surpreendentes, do topo do mundo do surfe profissional ao submundo perigoso do tráfico de drogas e à prisão.

Ouça a entrevista completa:

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