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Conheça a cerveja proteica que te ajudará a ganhar massa muscular

Manter uma vida saudável pode ser um pouco desafiadora, principalmente quando precisamos evitar alguns alimentos ou bebidas que podem acabar prejudicando o bom desenvolvimento do nosso corpo e de nossa saúde no geral. Mas você já pensou em trocar o shake de whey protein (proteína do soro do leite) por cerveja proteica? Com a ajuda dos empreendedores Tristan Brümmer (27) e Erik Dimter (24) isso pode ser possível.

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A grande criação dos dois jovens se trata de uma cerveja proteica, que ajuda no crescimento muscular! Da mesma forma de o shake proteico.

A fabricação dessa bebida se tornou hábil quando a dupla fez uma parceria com a Universidade Técnica de Berlim, levando quase três anos até atingirem um produto comercialmente viável.

A cerveja JoyBräu foi produzida em uma pequena cervejaria familiar nas redondezas de Kaiserslautern, na Alemanha, desde 2018, e é comercializada direto ao consumidor, por meio do site da empresa. As informações são do site Insider.

A bebida vegana e sem álcool, tem um sabor cítrico, com pouco gosto residual amargo, e é levemente gaseificada, lembrando bem uma cerveja ou cidra, segundo relatos de quem já experimentou.

Cada lata de cerveja possui 330 ml e 21 gramas de proteína, sendo 10 gramas de suplemento BCAA, fonte de aminoácidos importantes para o crescimento e recuperação de fibras musculares. A bebida também possui L-carnitina, que auxilia na performance, mas sem informações de que ela ajude no emagrecimento, e beta-alanina, que auxilia a retardar a fadiga muscular em esportes mais intensos e de curto prazo.

Os empreendedores e criadores da cerveja proteica enfatizam que criaram produtos funcionais e com foco no verão.

“Nossas cervejas são bem leves, meio cítricas, com toque frutado. Não criamos algo extremamente amargo, mas sim uma bebida refrescante pós-treino”.

Para os que são fãs de cervejas mais amargas, podem ficar um pouco desapontados com o sabor dessa bebida, já que ela não possui lúpulo na composição, que traz o amargor para as cervejas comuns. Mas a boa notícia é que você poderá se refrescar com uma cervejinha saudável antes ou depois do treino, sem se preocupar se haverá prejuízos.

Outro ponto de diferença entre a cerveja proteica e a comum, é o preço. Por ser uma cerveja especial e diferenciada, focada para quem quer cuidar da saúde e do corpo, ela custa um pouco mais caro que uma cerveja normal. Um pack com 24 latas, por exemplo, sai por aproximadamente R$ 380 (59,76 euros).

É possível também encontrar a JoyBräu com valor proteico menor, de 7g ou 20g, e saborizadas de grapefruit, toranja ou limão, sem falar na isotônica com vitaminas C, B9 e B12.

Como nasce a ideia

Tristan Brümmer e Erik Dimter tiveram a ideia – é claro – em uma mesa de bar, depois de irem à academia, em uma dia bem quente lá em 2015. “Nenhum de nós gostava muito do sabor dos shakes, os bebíamos mais pelos benefícios para a saúde”, contou Brümmer em uma entrevista ao Insider.

“Então, pensamos que deveria haver uma maneira de combinar o sabor delicioso da cerveja com os benefícios de um shake proteico.”

cerveja proteica
Foto: Divulgação

O processo foi demorado e levou anos de desenvolvimento e aprimoramento do produto. Primeiro, em casa: “tentamos misturar um pouco de proteína em pó à cerveja caseira que fabricávamos. Como você pode imaginar, isso deu errado e acabou com um gosto horrível. Então percebemos rapidamente que, se realmente quiséssemos fazer isso, íamos ter que obter ajuda de fora”, relembrou ele.

A dupla, então, recorreu a cervejarias da Alemanha. Mas a ideia não foi muito bem recebida, por conta da tradição e às leis do país para garantir a pureza dos produtos. O jeito que encontraram de produzir o produto e tirar a ideia do papel, foi nos laboratórios, onde teriam apoio de materiais necessários e conhecimento de fácil acesso. A parceria com a Universidade Técnica de Berlim tornou tudo possível.

As vendas da cerveja proteica superaram a expectativa e o próximo passo dos empreendedores é expandir a produção, focando na venda por atacado e na exportação, segundo a reportagem.


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