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Bodysurf é atração no Paúba Super Tubos 2022

A modalidade Bodysurf, ou surf de peito, ou “jacaré”, têm ganhado destaque nas ondas do litoral norte paulista. O esporte, segundo alguns estudos, teve início no Brasil no começo do século 20, no Rio de Janeiro, e é uma das modalidades no Paúba Super Tubos 2022.

Leonardo Moura é dono de um dos principais títulos do Bodysurf do mundo, o Itacoa Legends – o maior campeonato de bodysurf do planeta – conquistado aos 15 anos de idade, em 2017. Cinco anos após, ele se prepara para participar pela primeira vez do Paúba Super Tubos, com janela aberta desde o último sábado (28/05), vai eleger os melhores tube riders nas modalidades Open Pranchinha e Bodyboard, nas categorias feminino e masculino.

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O maricaense, agora com 20 anos, um dos melhores do mundo, apoia incondicionalmente o Paúba Super Tubos por abrir as portas para a modalidade bodysurf. “Tenho que bater palmas para os organizadores deste evento; era um campeonato de surf e bodyboard, apenas. Só que abriram as portas para o bodysurf. Ganharam o meu total respeito. Isso está dando muita visibilidade para a minha modalidade. Esse evento, daqui um tempo, vai ser o mais falado, tenho certeza”, comentou.

Sobre as suas expectativas, Léo Moura garante que são as melhores. “Não vejo a hora de anunciarem o dia deste evento. É um pico que quebra altas ondas. E o mais legal é que estão dando visibilidade para um esporte que muita gente nem sabe que existem campeonatos. Além disso, o mais legal é que me disseram que é um evento que tem uma ‘vibe daora’, isso é muito importante para toda a preparação dos competidores”, disse.

Leo Moura começou a surfar com 10 anos e aos 14 já participava de campeonatos. Ele se diz bem preparado para a quinta edição do Paúba Super Tubos. Léo tem como campos de treinos as praias de Maricá e Jaconé, no Rio de Janeiro. Ele tem como manobra “matadora” o El Rollo – que consiste em rodar juntamente com o lip da onda.

Campeão do ano passado fora da edição de 2022 – Yuri Pecene, 21 anos, seis anos de surfe de peito, marcou história e sempre será lembrado como o primeiro atleta de bodysurf campeão do Paúba Super Tubos, no ano em que a modalidade estreou. O carioca não poderá participar da quinta edição do evento. Em 18 de março deste ano ele sofreu um acidente de moto e fraturou expostamente a tíbia e fíbula. Ele está internado e passará por algumas cirurgias, mas deixou o seu recado para os atletas que irão competir.

“Paúba é um lugar mágico, e a primeira vez que visitei São Paulo me apaixonei pelo pico, lembra muito as ondas de Itacoatiara. Ondas pesadas. Eu peço para que tomem cuidado. Tenho certeza que a galera do Rio vai comparecer em peso. Quero agradecer muito os organizadores deste evento, que está dando visibilidade ao bodysurf, que vem crescendo muito. E ter a modalidade presente num evento desta magnitude é muito bom para a galera do surf de peito. Sem comentários. Queria muito estar presente, mas infelizmente aconteceu este acidente. Mas terei a honra de passar o troféu de campeão para o próximo vencedor. Ano que vem estarei presente, me aguardem”, disse Yuri, que é local de local de Itaipuaçu, Itacoatiara, Rio de Janeiro.

Este ano o Paúba Super Tubos recebe a chancela da Federação de Surf do Estado de São Paulo (SPSurf) e a organização espera que os competidores estejam com bom preparo físico. O evento só terá bandeira verde para começar quando as condições estiverem perfeitas para criarem ondas tubulares. Os surfistas terão apenas 72 horas para chegar em Paúba, assim que o evento estiver confirmado. O Tubo é a manobra, sendo a base do critério de avaliação.

O evento só terá bandeira verde para começar quando as condições estiverem perfeitas para criarem ondas tubulares. Os surfistas terão apenas 72 horas para chegar em Paúba, assim que o evento estiver confirmado. O tubo é a manobra, sendo essa a base do critério de avaliação.

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