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Barton Lynch: “Eu não venderia álcool através da WSL”

Campeão mundial de surfe em 1988, o australiano Barton Lynch talvez seja mais conhecido pela geração mais nova de surfistas por seu trabalho como comentarista da WSL.

Aos 59 anos, Lynch conquistou uma legião de fãs por suas opiniões críticas e sem floreios ao longo das transmissões do mundial de surf. No entanto, essa mesma espontaneidade, juntamente com seu ativismo anti-vacina em plena pandemia de Covid-19, foram apontados por muitos como o motivo de sua demissão da WSL.

Uma vez fora da liga mundial, ele continuou a opinar sobre as competições e os rumos do Tour mundial em seu podcast “The Stoked Bloke Show”, apresentado juntamente com Peter King, músico, ex surfista profissional.

No episódio mais recente do podcast, eles comentam sobre a saída de Erik Logan da WSL e também os rumores de que Barton Lynch estaria entre os nomes cotados para assumir o posto de CEO da entidade – fato desmentido por ele prontamente.

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No entanto, em um exercício de imaginação, Lynch disse quais seriam as medidas que ele tomaria se assumisse o posto de CEO da WSL, deixando claro que agiria de acordo com suas convicções e que “não seria fantoche de ninguém” uma vez à frente da entidade.

Ele então listou cinco medidas fundamentais para recuperar o prestigio e o respeito do surf competitivo frente a seu público. Entre as ideias listadas, que passam pela reformulação do critério de julgamento e o fim da etapa “Finals 5”, chamou a atenção, em particular, a quinta, que diz respeito ao atual patrocinador da WSL.

Eu não venderia álcool através da WSL“, diz Lynch, afirmando que, uma vez no cargo, implementaria a proibição imediata da publicidade de bebidas alcoólicas nos eventos de surfe, rotulando o álcool como “um veneno”.

Eu argumentaria que o que estamos fazendo é promover o esporte principalmente para crianças, e elas precisam ser protegidas do álcool. O alcoolismo é uma doença, o álcool é um veneno”, disse.

Assista ao episódio abaixo, na íntegra:

 

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