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MUNDIAL em BALI

Finalmente as ondas chegaram. Com uma ondulação de cinco pés, os tubos rolaram e Keramas mostrou porque foi o palco escolhido para sediar um evento mundial. A garotada obviamente foi ao delírio. Infelizmente, o único representante do Brasil nas fases decisivas era o guarujaense Caio Ibelli, e ele vingou o time verde-amarelo ao eliminar Conner Coffin nas quartas. Porém, Ibelli não conseguiu avançar quando enfrentou aquele que seria o futuro campeão do Oakley Pro Junior, Jack Freestone, na bateria da semifinal. Conner Coffin, como bem diz seu sobrenome, foi o vilão que fechou o caixão da maioria dos brasileiros. Primeiro Jessé Mendes, que na primeira repescagem perdeu por menos de dois pontos. Depois, no terceiro round foi a vez de Alejo tentar a sorte. Mas por 14.90 contra 13.60, ele acabou ficando por ali mesmo. Bem, Krystian Kymerson vinha com força para acabar logo com a festa do australiano. Não rolou, o capixaba acabou perdendo de lavada: 18.26 contra 2.83. Caio Ibelli, porém, veio arrasador e deu o troco no pequeno mas poderoso aussie. Embora Ibelli tenha perdido na sequência, pelo menos o guarujaense vingou o Brasil ao fechar o caixão do coveiro de brasileiros durante o Oakley Pro Junior.

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