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quinta-feira, 18 abril, 2024
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Trinca de setembro

Interpol Sempre num tom dark e sisudo, que lembra Joy Division e Echo and the Bunnymen, o trabalho está bem parecido com o primeiro disco e a guitarra é ressaltada, criando belas atmosferas e uma descarga absurda de reverbs com arranjos sofisticados, elegantes e estranhos, como sempre. O vocal frio e grave do guitarrista Paul Banks é o mesmo de sempre e as músicas têm várias camadas de sons, sendo que o baixo, além da guitarra, voltam ao primeiro plano com densidade e obscuridade presentes de maneira equilibrada, o que é a marca registrada do Interpol. A entrada de dois novos integrantes possa ser a explicação para o retorno às raízes da banda, pois o baterista Sam afirmou que no disco anterior eles não estavam no auge de sua formação, mas elementos como post punk indie rock estarão sempre presentes, seja lá quem for que esteja na banda. Intepol – Barricade http://www.youtube.com/watch?v=Fjm4Bvx3ZU0 Conheça mais do Interpol no Myspace dos caras. Kele O tímido inglês, filho de nigerianos formado em literatura inglesa, decidiu explorar novas sonoridades – quantas possíveis -, após o término da turnê do terceiro disco da banda. Frequentador de pistas de dança por anos, ele explora o eletrônico num tom urgente, a começar pela primeira música “Walk Tall”, um dubstep frenético, duro e tribal, louco com uma linha de baixo inspirada e batida robótica – os sintetizadores são ameaçadores e agressivos. “Tenderlloni” é uma quebradeira synth pop melódica e introspectiva, ideal para quebrar tudo, principalmente as caixas de som. “Rise“ é uma das melhores, eletrônico dark, sincopado e distorcido, com um dueto acelera legal… As outras faixas são mais calmas, mas a todo momento Kere aceita os riscos e faz um disco bem interessante, com muita identidade, uma das boas surpresas do ano. Kele – Tenderlloni http://www.youtube.com/watch?v=bdQioZHYpvQ Conheça mais do trabalho : www.iamkele.com www.myspace.com/iamkele www.iamkele.com/blog Wavves Este noise rock tem como frontman o compositor Nathan Williams, que não raro, sobe chapado ao palco, briga com a banda e público e gosta de polemizar. Com dois integrantes novos, o som remete a um pop ensolarado dos anos 60 com elementos surf punks típicos da Califórnia. Com baladas bronzeadas, poucas, pois a disco é rápida e barulhenta, mas sempre com uma atmosfera lisérgica e jovem: “Eu nunca vou morrer. Vou continuar para sempre surfando dentro da minha mente”, em “Idiot”. Se você curte of Montreal, Animal Collective, Panda Bear, esse disco vai te nocautear. É como se um branquelo com protetor 60, óculos escuro, livros debaixo do braço, fosse para a praia mais descolada da Califa e se desse muito bem por lá. E eles se dão. Wavves – Idiot http://www.youtube.com/watch?v=SKHxaW1__q8 Para conhecer mais do Wavve acesse: www.myspace.com/wavves

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