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quarta-feira, 17 abril, 2024
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TAHITI ON DEMAND

Por Julio Adler Dos nossos, Neco e Polo são os únicos que devem se preocupar com a degola. Primeira pergunta que fiz ao JotaPe foi: “quem está mais nervoso, comissão técnica ou surfistas? A tensão depois de uma semana inteira sem competição, justo no evento que decidirá o resto da carreira de um terço do World Tour, deve estar no limite. Dos nossos, Neco e Polo são os únicos que devem se preocupar com a degola. Sendo que Polo já escapou da sina dos trigésimos terceiros seguidos, ganhando na segunda fase do duas vezes campeão Bobby Martinez. Tudo parece confuso agora, afinal de contas já se foram dois dias inteiros de competição e eu tive que batalhar com o saite da Billabong para poder me atualizar. Depois de 7 dias sem competição, alguém responsável pela transmissão conseguiu a proeza de estragar tudo e deixar o saite fora do ar por tempo suficiente para um humano normal desistir do webcast. Não sou dos normais e, portanto, insisti até conseguir acompanhar com um URL engraçado e inusitado. Foi suficiente pra ver Kelly e Andy novamente brigando pela vitória. Andy foi o único camarada que pisou nos calos do nove vezes campeão Kelly Slater, e isso fez dele quase um anti-cristo para uns e um Deus pra outros – com perdão aos evangélicos. Kelly saiu por cima, mas foi Andy quem mostrou evolução. Numa onda Andy arriscou um aéreo que nos devolveu esperanças. E num aéreo também que Jordy mostrou quem manda hoje no surfe-performance do World Tour. Jordy tem alcançado nas baterias um surfe próximo da nossa imaginação, mas ainda distante do seu real potencial. Dane Reynolds se mantém vivo e ameaçador. Taj e Bede foram aniquilados pelos heróis locais sem chances de reação. Mick Fanning superou sua maior deficiência no circuito e hoje já não pode mais ser considerado carta fora do baralho no Tahiti. Jadson perdeu a oportunidade de fazer Slater engolir suas palavras e despachar Nate Yeomans pro fundo do poço. Fui tentar acompanhar as baterias que não tive chance de ver ao vivo no Heats on demand e descobri que a Billabong não liga muito se o internauta conhece ou não o surfista ou se tem bom senso de julgar onda por onda. O heat on demand é simplesmente uma edição livre das ondas de cada bateria, sem notas ou nomes. O fã que memorize a cor das camisetas e adivinhe as notas disponíveis na janela de resultados. Enquanto escrevo, o segundo dia já corre solto e devo descansar um pouco até conseguir escrever de novo sobre o corte das cabeças. Melhores momentos do segundo dia do Billabong Pro Tahiti. http://www.youtube.com/watch?v=aVBCUee0WTo Melhores momentos do primeiro dia de disputas no Billabong Pro Tahiti. http://www.youtube.com/watch?v=HoSJOExhib4

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