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NOVO TESOURO SUL-AFRICANO


 


Assista a "Ghost Wave", com direção de Taylor Steele
 

Recentemente, a busca por ondas perfeitas e desconhecidas ganhou o apadrinhamento da gigante da computação, Hewlett Packard (HP), para a realização do projeto “Ghost Wave”. Sem medir esforços, a empresa foi atrás das pessoas mais capacitadas a achar uma onda perfeita que jamais tenha sido surfada antes; e, é claro, documentar da melhor forma possível.

Os big riders Ian Walsh e Grant Twiggy Baker foram os comandantes da missão dentro d’água. Do lado de fora, registrando os momentos, uma equipe foi dirigida pelo filmmaker Taylor Steele.

“É muito legal que companhias como a HP estejam buscando investir alguns dólares para fazer coisas assim”, comenta o big rider Grant “Twiggy” Baker, campeão do Big Wave World Tour (BWWT) 2013/14. “Eles bancaram tudo o que foi necessário para que nós pudéssemos explorar cada canto do globo pela onda perfeita”, completou.

Depois de meses de procura, o crew apostou todas suas fichas em uma vila remota, localizada nos confins da África do Sul, próxima a Porto Elizabeth, na província do Cabo Oriental. Nenhum surfista jamais havia conferido o local, mas os mapas indicavam um grande potencial para receber o swell de intensidade que chegaria ao litoral em questão de dias.

“Nós dirigimos de seis a oito horas por diárias, todos os dias, durante 10 dias. Eu não posso imaginar algum lugar mais lindo para se fazer isso”, contou Twiggy.

Como era de se esperar, tudo aconteceu exatamente como tinha de acontecer. Para delírio de Walsh, Twiggy, Steele, e das crianças da vila, as ondas eram grandes, perfeitas e jamais haviam sido surfadas.

“É realmente raro tudo acontecer tão bem quando você está em uma viagem dessas”, disse Ian Walsh. “Então, ter surfado condições tão boas e perfeitas foi o maior prêmio que eu e Twiggy poderíamos receber”, completou.

Ao saírem da sessão, os surfistas foram premiados pela segunda vez: um público mirim caloroso os esperava fora d’água. Os alunos da única escola da vila haviam sido liberados da aula para assistirem ao grande ‘acontecimento’.

“As crianças da vila nunca haviam visto surf antes, nunca imaginaram ondas como aquelas sendo surfadas”, contou Twiggy. “Não sei se eles estavam amarradões por estarem nos assistindo, ou só porque os professores os liberaram da aula, mas, de qualquer maneira, é o tipo de coisa que me deixa feliz e orgulhoso de ser africano”.


Walsh, Twiggy e todo o crew "Ghost Wave" com as crianças da vila sul-africana. Foto: Reprodução

O sucesso da missão “Ghost Wave” deve garantir bons projetos para um futuro.

“Eu acredito que o surf está numa fase muito boa, e vivemos um tempo divertido para ser um surfista”, comenta Ian Walsh. “É legal ver as pessoas interessadas no que estamos fazendo dentro da água. É ótimo que eu e o Twiggy possamos compartilhar exatamente o que estamos buscando e sentindo”.

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