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Um novo olhar


 

Por Luciano Burin 

A internet mudou o mercado de vídeos. Por causa da grande rede, os brasileiros passaram a conhecer mais produções gringas. No caminho inverso, videomakers jovens e independentes foram notados nos EUA, Europa, Austrália e Hawaii. Hoje em dia, é difícil acompanhar o volume de lançamentos disponibilizados na web.

Em meio a essa enxurrada de produções, os catarinenses Loïc Wirth, Mickey Bernardoni, Pablo Aguiar e o gaúcho Pietro França ganharam destaque ao aparecerem com frequência nos créditos de vídeos relevantes no Brasil e no mundo – tanto em filmes e webisodes de grandes marcas e publicações de surf, quanto em produções independentes que circulam na internet e em DVDs.

Representantes da geração que começou a editar seus filmes dentro de casa, com um computador, eles desfrutaram da democratização proporcionada pelo acesso facilitado a equipamentos de alta tecnologia e plataformas de exibição – o que lhes permitiu dar plena vazão às suas aspirações criativas com qualidade profissional e custos reduzidos.

Juntos, acabaram por estabelecer Santa Catarina como um novo pólo na produção de filmes de surf, a exemplo do que ocorreu no Rio de Janeiro na década passada, com o quinteto de amigos formado por Pepê Cezar, Julio Adler, Gustavo Bomba, Marcellus Viana e Rafael Mellin. Influenciados pelos primeiros lançamentos desta turma – como as séries Cambito e Lombrô -, o lendário programa de televisão Realce e os principais títulos estrangeiros a partir do final dos anos 1980, este grupo de videomakers começou a trilhar seu caminho profissional engrenando uma série de trabalhos para grandes marcas, como Volcom, Billabong e Red Bull, que servem de base para buscar uma realização pessoal também em trabalhos autorais.

Para ler a matéria na íntegra, corra até a banca mais próxima e garanta a sua HARDCORE de setembro.

Loïc Wirth – Intentio (trailer)

Pablo Aguiar – Nobody is a Kid Anymore (trailer)

Pietro França – Where’s Sancho (webisode 1)

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