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Avassalador, Gabriel Medina é campeão em Narrabeen

Após performance avassaladora na bateria final do Narrabeen Classic, Gabriel Medina celebrou o título da terceira perna do circuito mundial da WSL, finalizada nessa terça-feira, 20/4, em North Narrabeen, Austrália, e assim também comemorou liderança do ranking mundial.

O bicampeão mundial brasileiro já havia colocado grandes apresentações individuais durante todo o evento, mas na final, ele combinou curvas afiadas com rotações incomparáveis para postar o maior total das duas ondas da competição, 18,77, e vencer o norte-americano Conner Coffin, que claramente não tinha repertório necessário de manobras para barrar o brasileiro.

Isso incluiu um desperdício de 8,67. O seu treinador, o australiano e ex-surfista profissional, Andy King, havia explicado o plano de jogo no webcast no início do dia.

Controle total de Gabriel Medina na final para finalmente celebrar uma vitória nas quatro finais consecutivas do Tour. Foto: WSL

“É muito simples, na verdade. Se ele pegar ondas e for para o ar, eventualmente conseguirá a conclusão.”

Narrabeen foi a quarta final consecutiva de Gabriel Medina no circuito mundial. Ele havia vencido apenas uma das últimas três e você poderia argumentar que um surfista com a ameaça e o talento de Medina provavelmente ganharia pelo menos duas de quatro.

Basta lembrar do que aconteceu na etapa anterior do Tour em Newcastle, quando Medina perdeu para Italo na final com a maior nota no bolso, precisando de um 6.34 para virar, só que essa onda nunca se materializou.

Mas, afinal, poderia algum de seus algozes em Narrabeen tê-lo barrado?

Da esquerda para a direita, Conner Coffin e Gabriel Medina. Foto: WSL

O português Frederico Morais (contra quem Medina surfou nas semifinais) e o jovem australiano e estreante do Circuito Mundial, Morgan Cibilic (adversário do brasileiro nas quartas de final) tiveram boas vantagens sobre o brasileiro em suas respectivas baterias.

Cibilic estava em larga liderança após ter dropado uma onda direto de dentro do tubo para conquistas dos juízes 8.67 pontos. No entanto, ele optou por esperar por uma onda igualmente perfeita em vez de ir de igual para igual e onda por onda com Medina. Deixado sozinho para vagar pelo line up, Medina foi capaz de encontrar seu ritmo e seguir o algoritmo simples de Andy King – continue jogando e, eventualmente, você obterá uma conclusão.

Em muitos aspectos, as pontuações de retorno de Medina no meio da bateria foram um pouco forçadas. Ele foi recompensado por encontrar ondas fracas e se atirar com todo seu poder. No entanto, o brasileiro certamente colocou a decisão como incontestável ao colocar um aéreo em uma seção fechadeira aterrissando na parte seca e flat da onda, para galgar um 9.3 e assim confirmar sua superioridade diante do estreante que dias atrás havia despachado o bicampeão mundial havaiano John John Florence.

Treinadores e surfistas teriam visto Cibilic e Morais perderem para Medina de forma semelhante e se perguntando se talvez houvesse outra maneira de vencê-lo que não envolvesse esperar pacientemente por duas ondas perfeitas – tática que pelo menos nessas duas experiências, não se comprovou eficaz.

Brasil perde Yago nas quartas de final

O norte-americano Griffin Colapinto acertou um voo alto com aéreo reverse de backside, somou 8.50 e dificultando o caminho para o brasileiro Yago Dora, que vinha de uma vitória sólida na bateria anterior.

O brasileiro tentou diminuir com manobras; tirou 5.00 e 7.00 mas viu Griffin levar a melhor com 8.50 e 4.00. Com o resultado, Yago encerra o Narrabeen Classic na quinta colocação.

Assista abaixo ao “Post-Show” da WSL a respeito do Narrabeen Classic:

A próxima parada do Circuito Mundial da WSL é no Oeste Australiano, para o Margaret River Pro, que acontece de 2 a 12 de maio. A etapa tem o havaiano John John Florence como defensor do título – clique aqui e saiba mais.

Entre as mulheres, a norte-americana Caroline Marks foi a campeã, com a brasileira Tatiana Weston-Webb na segunda colocação. Leia mais aqui.

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