Idealizada pelo zeolandês Paul Barron, projeto foi testado recentemente por Rob Machado; confira o resultado.

Por Redação HC

A Firewire Surfboards, produtora das novas – e ainda contestáveis – pranchas de Kelly Slater, trouxe à tona uma mais uma de suas inovações. Dessa vez, um projeto um pouco mais ousado foi apresentado: pranchas com fibras de lã.

A ideia nasceu do shaper Paul Barron, que criou um novo método de glassing – processo pelo qual algumas pranchas passam durante sua construção onde folhas de vidro são colocadas em camadas no interior, embaixo, ou acima da prancha – onde as folhas de lã são adicionadas adicionadas no lugar das de vidro.

Paul conta como realizou a descoberta: “eu estava laminando uma placa na minha fábrica em Tauranga, Nova Zelândia, um dia”, disse Barron. “Derramei um pouco de resina em uma camisa de lã que estava usando, e foi aí que me ocorreu: eu poderia fazer uma prancha de surfe usando fibras naturais da Nova Zelândia. E a lã não é apenas um produto feito na Nova Zelândia, funciona tão bem, se não melhor que a fibra de vidro. ”

A lã utilizada é cortada de forma sustentável a partir de ovelhas que vivem em fazendas no Pamu, Nova Zelândia. De acordo com a Firewire, a lã tem algumas propriedades que a tornam fantástica para o vidro. “Fomos educados rapidamente sobre“ lã forte”, um método de moagem e aplicação de resistência à tração natural da lã para sólidos como móveis ou barcos, por exemplo”, contou a empresa ao The Inertia.

O primeiro homem a testar a prancha batizada de Seaside foi Rob Machado, atleta da Firewire. Bom, o resultado você descobre aqui:

 

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