Ondas imprevisíveis de três pés em lugares aleatórios da bancada desafiam especialistas no primeiro dia de Volcom Pipe Pro

Por Redação HC

Já fazia alguns anos que o ano competitivo da WSL começava, sem erro, com um campeonato em condições espetaculares em Pipeline (o Volcom Pipe Pro) contrastando de maneira constrangedora com outro (Pipe Masters), que deveria ser mais importante. Não nesta temporada.

Enquanto Gabriel Medina e Julian Wilson passearam por lindos salões em sua eletrizante disputa pelo título mundial na última etapa do CT de 2018 (os dois e Yago Dora, Jordy Smith, Kelly Slater, Joan Duru, Filipe Toledo etc etc), o Volcom Pipe Pro acaba de começar, neste sábado (2) em condições péssimas. Ruins mesmo.

Você pode comprovar com seus próprios olhos aqui.

Entretanto, a previsão é um pouco mais otimista para a sequência da semana que vem.

Nas palavras do sistema de previsão oficial da WSL, “surfe pequeno é esperado na maior parte do sábado, com um swell mediano de oeste/noroeste e vento lateral no domingo (3). Um swell pequeno a médio de noroeste continua entre segunda e terça, com ventos mais fracos. Um swell mais forte com ventos potencialmente bons parece cada vez mais provável para a quarta (6) antes de perder força na quinta. Uma ondulação sólida de noroeste também parece cada vez mais provável para sexta e sábado, mas com ventos desfavoráveis“.

Enquanto as condições não melhoram, relembre aqui quem são os seis brasileiros inscritos nesta edição do campeonato, assim como os que já fizeram um pouco de história em suas últimas edições.

E por fim, uma curiosidade: lembra dos planos originais da WSL para 2019? Terminar a temporada com os seis ou oito primeiros do ranking na Indonésia depois de um começo de ano que começaria com a abertura em… Pipe! Que irônico vai ser se, sem querer e sem saber, Sophie & cia tiverem escapado de uma abertura decepcionante para seu novo circuito…