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Em 55 minutos que passam como 5, Josh Pomer faz retrospectiva de seus trabalhos com uma leitura atemporal do estilo de surfistas de diferentes épocas

Por Redação HC

Em sua nova obra, intitulada Majestic Surfing, Josh Pommer foge do imediatismo dos clipes curtos e traz um trabalho maior do que os que as redes sociais de hoje em dia nos acostumaram.

O filme é uma grande viagem psicodélica. Em entrevista a Stab, Josh conta que, após ficar um período afastado do universo surf para se dedicar a criação de seus filhos, decidiu fazer algo diferente e construir uma retrospectiva de todos seus trabalhos em videoclipes “comuns” de décadas, passando por Tom Curren, Kelly Slater, Dane Reynolds, Mick Fanning, chegando aos jovens John John Florence, Conner Coffin e Griffin Colapinto.

Adicionou uma pitada de loucura ao projeto — a trilha sonora do filme é uma mistura de post-punk do duo britânico Portrayal com alguns agudos da guitarra de Curren — , além de um show de alguns subtítulos bizarros como “Estrelas não tão escondidas, ecos da visão”, jogados em uma espécie de cronologia atemporal que servem para explicar a conexão entre diversas gerações do surf.

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