A G-Shock lançou nesta sexta (8) dois novos modelos, uma edição comemorativa revival ainda em homenagem aos 35 anos da marca.

São dois modelos, ambos com referências a relógios que marcaram época em edições passadas da marca.

O Revival DW-5900 disponível em 2 versões de cores com acabamento em preto fosco. Este é mais um modelo de comemoração aos 35 anos da G-Shock originalmente lançado em 1992. Na época, foi o primeiro G-Shock com design LCD de “3 olhos”.

Entre suas características, resistência a até 200 metros de profundidade embaixo d’água, iluminador eletroluminescente, horário mundial (48 cidades) e, é claro, a resistência incrível que só a G-Shock tem.

 

 

 

 

O segundo lançamento é um revival do clássico DW-001 lançado em 1994 na época também conhecido como  Jason” (personagem fictício da série Sexta-Feira 13) devido a sua semelhança a uma máscara de hóquei.

Este é  mais um modelo em comemoração aos 35 anos da G-Shock. Um modelo clássico, versátil e perfeito para os amantes de moda urbana, moda fashion e esporte.

Ele compartilha de todas as principais características do modelo anterior, com um diferencial: sua bateria tem em média até dois anos a mais de duração, chegando a sete anos.

 

 

 

G-SHOCK: 35 inquebráveis anos

 

“Eu quero fazer um relógio que não vai quebrar, mesmo que caia”, decidiu o engenheiro Kikuo Ibe, na época head design da Casio.

Tal ideia surgiu após um relógio quebrar em uma queda durante o trabalho, e foi expressada em uma reunião interna há mais de 35 anos.

Os relógios são instrumentos de precisão delicados e, naquela época, era natural que quebrassem em decorrência de quedas.

O conceito de um relógio resistente parecia difícil, mas não impossível. A proposta foi aceita. Uma equipe de projetos, composta por apenas três pessoas, foi formada e o desenvolvimento da inovação começou.

A princípio, eles pensaram em cobrir o relógio inteiro com material macio. Mas, após alguns experimentos, o trio abandonou a ideia – o relógio quebraria independentemente da quantidade de borracha que o envolvesse a fim de absorver choques. Além disso, quanto mais material, maior o tamanho, como neste modelo experimental:

O problema do tamanho foi solucionado com uma estrutura absorvente de choque de cinco camadas. Porém, outra questão surgiu: quando tentavam fortalecer uma peça, por consequência outra quebrava. Tentativa e erro aconteciam diariamente, em um círculo vicioso.

Para testar a resistência, os engenheiros largavam os relógios protótipos da janela do terceiro andar de um prédio. Dez metros abaixo, o produto se espatifava no chão, então eles analisavam as peças quebradas e faziam as alterações necessárias para alcançar um modelo inteiramente resistente.

Em 1981, frustrado com o aparente fracasso da empreitada, Kikuo Ibe decidiu tentar apenas por uma semana mais. Sem sucesso.

No último dia, saiu do prédio para tomar um ar fresco em um parque. Olhou para o lado e percebeu que uma criança saltava em uma bola de borracha. Eureka!

“Se eu inserir o relógio a essa bola”, pensou Mr Ibe, “isso poderia suportar choques severos.”

A ideia amadureceu e transformou-se em uma composição única, na qual o coração do relógio (o módulo) flutuava no ar dentro de uma estrutura oca dentro da caixa.

A invenção de Kikuo Ibe consistia no conceito Triple 10: resistência à queda livre de até 10 metros de altura, 10 ATM de resistência à água e bateria com duração de 10 anos.

Foram dois anos de testes, com 200 protótipos, até chegar ao resistente DW-5000C, o primeiro G-Shock. O modelo foi lançado em abril de 1983, no Japão. 

A origem: DW-5000C, o primeiro G-Shock.

No país nipônico está situada a fábrica Yamagata, onde ocorrem a montagem de produtos e operações integradas, desde design à moldagem e fabricação dos moldes, aquisição de materiais para diversos componentes, desenvolvimento de movimentos de relógios e engrenagens de alta precisão.

Ao longo dos anos, é de lá que saíram as inovações da G-Shock.

Não é exagero dizer que os relógios G-Shock são inquebráveis. Confira a seguir um “torture test” com diversos modelos:

Em 1985, o segundo modelo da marca, DW-5500, ganha um adicional: resistência à lama. Em 1992, o DW-6100 apresentou sensor de temperatura.

Em 2000, o lançamento GW-100 continha receptores de ondas de rádio. Dois anos depois, tal tecnologia vira o sistema Tough Solar, presente no GW-300, controlado por ondas de rádio e que capta quantidades de luz e as transforma em energia.

A ultrarresistência dos relógios sempre foram uma marca registrada dos G-Shock. A difusão pelos esportes extremos, portanto, representou um caminho natural.

Campeão mundial de 2015, Adriano de Souza conta com a tábua de marés e os dados lunares do G-Shock para refinar suas quedas. Hawaii. Foto: Marcio Canavarro

No surf, Adriano de Souza, melhor do mundo em 2015, é o principal atleta da G-Shock, ao lado de Yadin Nicol e Kanoa Igarashi. No Brasil, o campeão mundial júnior Lucas Silveira e o grommet Ryan Kainalo também contam com apoio da marca.

Outro que representa é Kelvin Hoefler, o primeiro cookie do Street League Skateboarding a vencer o SuperCrown, além de ser campeão em duas etapas do tradicional Dew Tour.

Outros caras que são referências no bowl e no street integram o time: Rony Gomes, Italo Penarrubia, Luiz Francisco, Pamella Rosa e Yndiara Asp. No BMX, a G-Shock é representada por Doguete. No MMA, o lutador é Lucas Mineiro.

35 anos

Em 31 de agosto de 2017, houve festa na fábrica Yamagata, da CASIO, no Japão. A empresa comemorou a venda de 100 milhões de modelos da G-Shock.

Para celebrar os 35 anos da marca, a G-Shock lança a linha Big Bang Black. Os modelos especiais foram criados pelo renomado designer gráfico Eric Haze, com o logo especial da aniversário estampado na parte traseira do relógio.

 

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